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viernes, 18 de octubre de 2019

La sostenibilidad y concienciación con el medio ambiente en las empresas

Muchas veces nos quejamos de que la gente no está concienciada con el medio ambiente a nivel de vivienda. Imagínate si la gente no lo está en una casa, lo que puede hacer una empresa mal gestionada a nivel de sostenibilidad. No sólo por la contaminación sino por el malgasto que se puede hacer de energía eléctrica. Veamos cómo convertir a tu empresa en un eficiente y sostenible.

La sostenibilidad y concienciación con el medio ambiente en las empresas

¿Cómo convertir una empresa en sostenible?

Controla y disminuye el consumo energético

Promueve e incentiva dentro de tu equipo de trabajo hábitos que repercuten en la reducción del consumo energético, aunque sea apagar los equipos y las luces cuando no se requieran. Otro aspecto importante es cambiar los sistemas por otros más eficientes y que consuman menos. No sólo contribuirán al medio ambiente, sino también a la economía, puesto que se reducirá la factura de luz.

Selecciona tus proveedores

Promueve dentro de tu empresa la contratación de proveedores con compromiso ambiental. Elige de forma prioritaria proveedores locales o de proximidad.

Promueve el uso de medios de transporte sostenibles

Invertir en vehículos híbridos o eléctricos, fomentar el transporte colectivo de trabajadores, la utilización de transporte público, el uso de la bicicleta o los desplazamientos a pie son acciones para reducir el impacto ambiental del transporte.

Ahorra papel

El papel es un material utilizado en todas la empresas que provoca diferentes problemas ambientales como son la deforestación el cambio climático, etc.

Gestiona eficientemente los residuos

La empresas son grandes generadoras de residuos,  así que aplica la regla de la triple R: reduce, recicla y reutiliza.

Promociona la educación y formación ambiental

Realiza campañas de educación y formación ambiental entre los trabajadores que capaciten y conciencien a los empleados.

Integra el ecodiseño

El ecodiseño es concebir tus productos o servicios desde un punto de vista ambiental, teniendo en cuenta todo el proceso productivo, desde su creación hasta el final de su vida útil. Utilizar materiales procedentes de fuentes renovables, con bajo consumo energético, etc.

Incentiva los comportamientos responsables de sus clientes

Promueve entre tus clientes comportamientos responsables realizando campañas promocionales que premien los acciones sostenibles.

Colabora con acciones de sociales

Con pequeños gestos puedes beneficiar a infinidad de personas. Plántate colaboraciones con entidades que promuevan acciones con un beneficio socio-ambiental.

Mide y reduce tu huella ambiental o tu huella de carbono

Las empresas provocan por su propia actividad acciones que perjudican al medio ambiente, medirlo y plantear acciones de minimización es necesario para ser más sostenibles.

Las empresas más sostenibles del 2019

1          Chr. Hansen Holding A/S, Dinamarca                     
2          Kering SA, Francia               
3          Neste Corporation, Finlandia            
4          Ørsted, Dinamarca               
5          GlaxoSmithKline PLC, Reino Unido            
6          Prologis, Inc., Estados Unidos                     
7          Umicore, Bélgica                  
8          Banco do Brasil S.A., Brasil             
9          Shinhan Financial Group Co, Corea del Sur                       
10        Taiwan Semiconductor, Taiwan                  

España no aparece hasta el puesto 54 que se otorga a la Industria de Diseño Textil, seguida de Iberdola en el puesto 61.

Dicas e conselhos para poupar na conta da eletricidade


Dicas e conselhos para poupar na conta da eletricidade

O preço da eletricidade tem vindo a subir nos último meses, e possivelmente esta situação deve continuar. No entanto, existem outros fatores os quais podemos contornar. Os fatores em questão estão relacionados com os nossos habitos de consumo da energia elétrica, alteração da potência elétrica contratada, entre outros.
Se deseja poupar energia elétrica, principalmente com a chegada do verão, leia atentamente este artigo.
Para poupar na conta da luz, basta ter alguns cuidados e tomar algumas medidas para não ter surpresas ao final de cada mês.

Ajuste a potência elétrica contratada
Muitas vezes temos contratada uma potência acima das nossas necessidades. Por exemplo, em Portugal grande parte dos consumidores de energia elétrica têm uma potência contratada superior aquilo que era necessário. Sendo assim, é normal que o preço a pagar pela potência seja mais elevado. Será então possível alterar a potência contratada sempre que desejar.

Outras dicas e truques para economizar energia elétrica:

Mais consumo na tarifa bi ou tri-horária
Muitas empresas de energia já oferecem alguns periodos do dia onde a eletricidade é mais barata em determinados tipos de tarifa. Desta forma permitirá poupar na conta da luz. O pedido pode ser efetuado, tanto por telefone ou se tiver dados móveis, fazer o pedido através da sua àrea de cliente com o seu smartphone.
Outras formas de poupar eletricidade:
·         Revisar instalações elétricas: Através de um eletricista, poderá ter a informação se o sistema elétrico se encontra em bom estado e com a amperagem correta.

·         Desligar tudo o que puder: Muitos aparelhos mesmo não estando a ser usados estão a gastar luz. Assim, uando não estiver utilizando os aparelhos elétricos tire-os da tomada.

·         Evitar uso desnecessário do ar condicionado: Procure manter uma temperatura adequada e não diminua muito, além de evitar deixar alguma janela aberta durante o uso.
·         Utilizar a inteligência dos eletrodomésticos: Aposte nos programas de incentivo econômico e use-os nas horas das tarifas mais barata de luz, tarifa bi-horária, por exemplo.

·         Desligar luzes e usar lâmpadas LED:  Quase sempre temos acesas mais luzes do que precisamos em casa. Preste muita atenção a este detalhe. Use lâmpadas LED, são mais económicas.

·         Evitar banhos longos: além de poupar luz, também poupará água.

·         Tomar banho de água fria: Para aquecer a água, utilizar, como é normal, mais eletricidade.

Energias Renováveis: Portugal eleito campeão nesta modalidade

Energias Renováveis: Portugal eleito campeão nesta modalidade

As potêncialidades de Portugal relativamente à produção e uso das energias renováveis, bem como ao grande crescimento dos últimos anos, fazem com que o país seja considerado um dos melhores neste setor. Apontado como um exemplo a seguir, pelo jornal Le Monde, Portugal tem a “eletricidade mais verde”.
Portugal um exemplo notável no contexto europeu
Foi assinalado um record respeitante ao investimento por Portugal em relação às energias renováveis. No ano passado, a produção de eletricidade por energias renováveis ultrapassou o consumo nacional, tendo sido o excedente comercializado à nossa vizinha Espanha.
Cerca de 62% da eletricidade foi produzida pelas energias renováveis, colocando assim Portugal nos três primeiros lugares entre os países mais “potentes” nesta categoria. Os dois lugares cimeiros foram ocupados pela Áustria e pela Suécia.  Itália, Espanha e França ficaram àquem das expectativas.
O Le Monde sublinha ainda que as energias renováveis geram 55 mil empregos em Portugal, e mais de 400 outras posições relacionadas com a investigação cientifica e tecnológica e ainda na inovação. O destaque também surge quando referenciou, ainda na mesma notícia, o projeto inovador “único na europa” levado a cabo pela EDP que permitirá levar “um pequeno país com 10 milhões de habitantes” que se tornou campeão nas energias renováveis.
Segundo o Presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN), é possível chegar ao ano de 2040 e ter 100% da energia produzida por este tipo de energias.
A este objetivo, prevê-se atingir, em 2050, a neutralidade carbónica, implemetado pelo Governo de António Costa. O país tem investido milhões neste contexto, já que é necessário, primeiramente “descarbonizar transportes”.
No entanto, e ainda dentro do mesmo objetivo, edifícios, indústria, agricultura, gestão de resíduos e gestão da floresta são ainda setores onde será levada a cabo esta neutralidade carbónica.
O Le Monde considera assinala assim na sua edição, um marco histórico e um trabalho notável relativamente às energias renováveis.

domingo, 6 de octubre de 2019

Cuánto gasta una cocina inteligente y eficiente


Está claro que el desarrollo tecnológico busca darle más comodidad a las personas y reducir el tiempo que requiere su uso. En la cocina esto es un aspecto muy importante puesto que todo lo relacionado con ella nos lleva mucho tiempo, no sólo cocina, sino hacer la compra, lavar los platos o la ropa…

Sin embargo, las cocinas eficiente e inteligente tienen una gran ventaja como es el menor consumo energético que conllevan. Esto es de gran ayuda para conseguir rebajar nuestra factura de la luz.

Cuánto gasta una cocina inteligente y eficiente


Etiqueta de eficiencia energética

Esto se implantó, aunque no te lo creas, en el año 1995, aunque hace poco que hacemos caso de ello.

En la actualidad,  la calificación A+++ es la destinada a los electrodomésticos más eficientes y que, por lo tanto, menos consumen.

Esta etiqueta incluye aspectos como:

     El nombre del proveedor, marca o identificador del modelo.
     La clase energética existentes.
     La clase energética del electrodoméstico.
     El consumo de energía anual en kWh.
     Información básica sobre el electrodoméstico: nivel de ruido, consumo de agua, capacidad...

Uno de los aspectos a tener en cuenta es que cuanto más eficiente es un electrodoméstico, más caro es. Sin embargo, hay que tener en cuenta que estos electromésticos consumen menos kWh por lo que a medio y largo plazo son mucho más rentables.

Frigorífico

La nevera es el único electrodoméstico que está funcionando todos los días a todas horas, llevándose casi el veinte por ciento del consumo eléctrico de la casa.

Según la Asociación Nacional de Fabricantes e Importadores de Electrodomésticos, una nevera con la máxima eficiencia energética supone un ahorro de más de doscientos euros frente a uno de baja eficiencia.

Placas de inducción

La placa de cocción eléctrica consume alrededor de un 9% del gasto energético total de una vivienda. Las cocinas de gas actuales llevan dispositivos de encendido electrónicos y combinan gas y electricidad, pero su gasto eléctrico es muy bajo.

Las placas de inducción consumen un veinte por ciento menos de energía y alcanzan el punto de ebullición más rápido. Esto puede suponer un ahorro de casi trescientos euros.

Resto de electrodomésticos

Como hemos visto la cocina y la nevera son los dos aspectos que más consumen dentro del gasto de la cocina. Sin embargo, hay una gran cantidd de aparatos eléctricos además de estos. Otros de los que más consumen son el lavavajillas, la campana extractora, el horno o la lavadora.

En la actualidad está prohibida la venta de lavavajillas, lavadoras o congeladores con clase energética por debajo de A+.

Según el estudio arriba mencionado, un congelador con clase energética A+++ puede generar un ahorro máximo de 196,32 € anuales, mientras que si es de clase A++ el ahorro máximo será de 100,34 €/año. En lavadoras, los datos son de 72,88 € y 67,23 € anuales de ahorro máximo para clases A+++ y A++. En lo que respecta a los lavavajillas, las clases A+++ y A++ generan ahorros máximos anuales 75,21 y 69,12 €, mientras que los ahorros correspondientes a estas mismas clases en los hornos son de 64,57 y 50,04 €.

Ahorro en gas y luz

Está claro que el mayor consumo que se hace en una cocina viene por los diferentes electrodomésticos. Sin embargo, hay otros aspectos que también gastan, como la iluminación.

Si bien es cierto que los electrodomésticos eficientes consumen más, la realidad es que el tipo de tarifa de luz y gas que tengas también puede suponer un gran ahorro. De una tarifa de una compañía a otra puede haber hasta 20 o 30 euros de diferencia al mes.

domingo, 22 de septiembre de 2019

¿Cómo funcionan las compañías eléctricas?


¿Cómo funcionan las compañías eléctricas?

Partes del sistema eléctrico

Para poder entender bien cómo funciona el mercado eléctrico en España y cómo funcionan las diferentes compañías de luz, es importante que sepamos cuáles son los diferentes agentes que operan dentro de este sistema:

     Generación y transporte: La parte de la producción de energía dependerá del tipo de ésta, puede ser nuclear, eólica, hidráulica, solar… El transporte de la electricidad se hace a través de “autopistas” de electricidad. De todo esto se encarga Red Eléctrica Española, que depende del Estado en última instancia.
     Distribución: es la transferencia de la energía desde la red al punto de consumo. Todo el país está dividido en regiones y cada región tiene determinada su distribuidora. Es decir, en Madrid mi distribuidora será Iberdrola o Naturgy, peor la comercializadora será la que quiera. Son los encargados de aspectos como la calidad de la luz y el suministro, las averías o la lectura de contador.
     Comercialización: es la venta a los clientes. Son empresas financieras que compran electricidad en el mercado OMIE y la revenden a sus consumidores.

¿Cómo ganan dinero las comercializadoras?

Lo que hacen es reducir los gastos de intermediación que se generan en el mercado. Es decir, la compañía compra la energía dentro de un pool (mercado mayorista) o mediante la firma de un contrato con un productor directo de energía. Esa energía la venden a sus clientes a través de un precio ofrecido y pactado de antemano. Cuanto más barata puedan comprar la luz y optimizar sus recursos, más margen ganarán.
Esto se sucede en las comercializadoras del mercado libre, las cuales deciden qué precio ponen. Es decir, compran la energía a un precio fijado (por ejemplo, 12 céntimos) y eligen el precio a la que la venden, dependiendo de lo que quieran ganar (por ejemplo, 14 céntimos) y esos dos céntimos son su margen de beneficio.
Con estas compañías, el cliente puede elegir la mejor tarifa para sus condiciones de entre todas las que operan en el mercado libre.
Comercializadoras de referencia
Son aquellas comercializadoras designadas por el Gobierno, por el Ministerio de Industria, Energía y Turismo para ofrecer las tarifas reguladas, Precio Voluntario del Pequeño Consumidor (PVPC). Estas compañías deben cumplir una serie de criterios para poder ser elegidas.
Son las únicas que pueden ofertar las tarifas del mercado regulado y aplicar la facturación de las mismas, pueden ofrecer el precio de luz por horas, el precio medio ponderado y la tarifa fija anual.

sábado, 7 de septiembre de 2019

Cómo funcionan los sistemas eléctricos de un coche eléctrico


El futuro del automóvil y de la sostenibilidad es, sin lugar a dudas, el coche eléctrico o, en menor medida, los híbridos. Los coches eléctricos se basan en dos sistemas diferentes, los que funcionan con baterías (BEV) y los que funcionan con pilas de combustible. Los vehículos híbridos (HEV) son los que combinan una propulsión térmica (generalmente gasolina) con la propulsión eléctrica.

Cómo funcionan los sistemas eléctricos de un coche eléctrico


¿Por qué usar un coche eléctrico?

Ante todo, son menos contaminantes. Esta es la principal razón de que se esté promulgando (e incluso obligando) el uso de coches eléctricos.

Además, la electricidad es mucho más económica que la gasolina o el diesel. En España incluso las compañías comercializadoras de luz poseen tarifas especiales para coches eléctricos, siendo una de las pioneras, y la que más está luchando por llevar los coches eléctricos a todo el mundo, Iberdrola.

Pero, en la fabricación de los coches eléctricos, podemos decir que una de las mayores ventajas que tiene es que sus motores son muy simples.

El número de piezas móviles es el mínimo, no hay mucho desgaste y son los motores con mayor fiabilidad que existen actualmente. Además, son muy eficientes, ya que transforman en movimiento el noventa por ciento de la electricidad consumida. No obstante, se pierde energía por el calor de las baterías, la transformación de la electricidad o el transporte. Sin embargo, teniendo en cuenta todas estas pérdidas, el vehículo eléctrico sigue siendo más eficiente que el convencional o el híbrido.

Partes de un coche eléctrico

     Motor: Puede poseer uno o más motores, dependiendo del diseño del vehículo. También posee un inversor, que se encarga de recuperar la energía no utilizada.
     Puerto de carga: Es el que recibe la electricidad exterior y la envía al resto de sistema eléctrico.
     Transformadores: Como su propio nombre indica, transforman la electricidad de una toma de casa o una carga rápida a los valores necesarios para el sistema. Rellenan las baterías y refrigeran el sistema para evitar problemas.
     Baterías: Sería como el depósito de gasolina de un vehículo convencional. Son las que almacenan la electricidad que luego se usa para mover el vehículo. Hoy en día, uno de los mayores inconvenientes de los vehículos eléctricos es que las baterías no tienen una duración muy larga.
     Controladores: Van comprobando que el sistema funciona de forma correcta. Se encargan, además, de regular la energía o recargar el motor.

Los motores eléctricos son capaces de dar muy buen rendimiento, sobre todo a bajas revoluciones. Además, su funcionamiento no produce casi contaminación acústica ya que el ruido que producen es casi nulo.

La batería será la que determine la potencia, autonomía y el diseño del coche. El hecho de que sean grandes, pesadas y posean poca densidad de energía de masa determina eso.

Las baterías ven afectado su funcionamiento con la temperatura, funcionando peor en invierno.

Al ser los motores totalmente progresivos, no hace falta caja de cambios, como mucho hay dos relaciones de transmisión. No necesitan embrague, ya que empujan desde 0 RPM sin ningún problema.

jueves, 1 de agosto de 2019

Energía solar y aerotermia


Energía solar y aerotermia

Energía solar

Es una de las energías renovables, obtenida a raíz de aprovechar la radiación electromagnética del sol, a través de diferentes captadores (célula fotoeléctrica, heliostato o colector solar), transformándola en energía eléctrica o térmica.

Las tecnologías relacionadas con este tipo de energía se pueden clasificar en activas o pasivas en función de cómo capten, transformen y distribuyan la energía.

Los laboratorios Bell, en los años 50, consiguieron crear unas celdas fotovoltaicas con una eficiencia del 10%, lo que convirtió a esta energía en una fuente inagotable y económica.

El hecho de que sea una energía limpia hace que se convierta en una de las soluciones a los Objetivos de Desarrollo Sostenible, los cuales, en su objetivo número siete, ponen como objetivo la búsqueda de una energía asequible y, sobre todo, no contaminante.

La fuente de energía solar más desarrollada es la energía solar fotovoltaica, la cual podría suministrar al 66% de la población mundial en 2030 y que, además, permite el autoconsumo total de una vivienda, a través de paneles fotovoltaicos.

Una instalación de este tipo de paneles tiene cuatro partes:

     Placas solares
Es el receptor de la irradiación solar. Posibilitan la obtención de energía del sol y cuanto más amplia es la placa, más energía obtienen. El tipo de material de las placas da una mayor o menor capacidad de absorción.

     Baterías de almacenamiento de energía solar
Permiten almacenar la energía generada pero no consumida, permitiendo consumirla en otro momento, como, por ejemplo, por la noche.

     Inversores solares
Son aparatos que permiten adecuar la electricidad generada a la instalación del hogar, para evitar problemas con el sistema eléctrico de la casa.

     Contador digital
Contabiliza la energía eléctrica que se transmite. Esto permite diferenciar entre la cantidad de energía producida por la instalación y la cantidad de energía consumida de la red eléctrica.

Aerotermia

La energía eólica es el tipo de energía que se obtiene del viento, es decir, de la energía cinética de las masas del aire.

Una de las formas más sostenibles de aprovechar este tipo de energía para la generación de electricidad es la aerotermia, la cual extrae hasta un 77% de la energía del aire.

Pese a que su instalación puede conllevar un elevado coste, a largo plazo es algo que merece la pena puesto que puede cubrir las necesidades de agua caliente sanitaria y climatización de un hogar con un gasto eléctrico pequeño.

La parte más importante de una instalación de aerotermia es la bomba de calor aerotérmica, la cual permite lograr una temperatura adecuada en cualquier estación y, además producir agua caliente sanitaria.

La aerotermia funciona según la termodinámica, se transporta el calor del aire (energía térmica) de un sitio a otro. La bomba de calor recupera la energía térmica del aire, llevándola por un circuito con un refrigerante que cambia el estado de gas a líquido, a través de un compresor. Ese gas cede su temperatura al aire o a un circuito de agua caliente al circular por el intercambiador, el cual se encarga de transmitir esa energía al circuito del hogar.

domingo, 14 de julio de 2019

Diferentes tipos de gases


Hoy en día el gas es una de las fuentes de energía más utilizada. Por ello, vamos a hablar de tres tipos de gases y sus beneficios y desventajas

gas


Gas natural

Es el gas más usado hoy en día como fuente de energía en viviendas.

Es uno de los gases licuados del petróleo que está formado por una mezcla donde el metano (CH4) supone más del 70% de los gases.Se produce de la degradación de la materia orgánica y se crea en las reservas subterráneas ubicadas cerca de los depósitos de petróleo. En España se distribuye y controla a través de Enagas (Empresa Nacional del gas), aunque también se puede encontrar de forma licuada.

En su forma cruda no tiene olor ni color pero es altamente inflamable.

Composición

El metano es un átomo de carbono unido a cuatro de hidrógeno. Puede constituir hasta el 94% del gas natural. Se extrae directamente de yacimientos naturales , sin requerir transformación, Esto la convierte en la energía fósil menos contaminante y con mayor rendimiento energético.

La proporción de gases depende de la procedencia del gas. Las más comunes son Argelia y Libia.

Los yacimientos suelen encontrarse en zonas petrolíferas, ocupando la parte superior del
Yacimiento.

Ventajas

     Alto poder calorífico
     Fácil acceso para el usuario
     Precio asequible
     Menor impacto ambiental

Desventajas

     Es peligroso ya que no se huele ni tiene color.
     No hay yacimientos de gas en España lo que hace necesaria su importación.

Gas propano

El gas propano es un gas licuado del petróleo. Se extraer mediante una refinación del petróleo crudo y el proceso del gas natural, que contiene un 5 por ciento del propano.

Composición

En este gas, cada molécula de propano (C3H8) se puede almacenar de forma líquida en tanques.

El GLP o Gas Licuado del Petróleo es una mezcla de butano y propano con otros hidrocarburos.

Tipos

Envasado: botellas de 11 kg y 35 kg.
Canalizado: depósito central de GLP.
A granel: con una cisterna donde guardar el gas.

Ventajas

     Ideal para instalaciones exteriores puesto que aguanta bien las bajas temperaturas.
     Ideal si se necesita calefacción a gran escala.
     Ideal para zonas rurales.

Desventajas

     Su precio es el más alto.
     Debes tener espacio
     Necesario estimar el consumo, sino te puedes quedar sin él.

Gas butano

Es, actualmente, el menos utilizado. Se utiliza envasado en bombonas de butano, las cuales puedes comprar (en gasolineras por ejemplo) o pedir a domicilio.

Composición

Posee cuatro átomos de carbono y diez de hidrógeno (C4H10).

Ventajas:

     Es la mejor alternativa si su uso va a ser puntual.
     Ideal para transportar.

Desventajas

     Poca resistencia a temperaturas, uso interior.
     Se evapora a los 2 grados
     Al ir en bombona tienes que prever la cantidad que vas a usar o te quedarás sin él en el momento más inoportuno.

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